espera que o sol rompa o cinza interminável
já não escreve. limita-se a olhar. cada espaço tem uma história breve mas instante nele.
ouve bramir o mar de encontro às escarpas. lá em baixo. sabe que irá vê-lo. sabe que refará todo o percurso que fizeram os dois.
é a primeira vez que o faz sozinho. decidira mesmo não voltar.
decisões de horas de raiva mágoa frustação.
e hoje, passados cinco anos, sente que nunca deixou de estar ali.
viveu ali cada segundo do após ela.
para quê fugir mais, pergunta-se? nunca lhe conseguirá fugir. nunca.
acende outro cigarro.
- que se lixe! eu gosto de fumar.




8 pedradas:
Há quem não saiba nem sonhe que das pedras também nascem flores, eu agradeço a minha que por aqui vou colhendo.
Um beijo
Amanhã falaremos sim.
-Hummmm, só posso dizer que gosto, e sinto.
O q sinto, provavelmente não o mesmo...não a mesma história, mas...
bjs
enviei email sobre este post.
"... e hoje, passados cinco anos, sente que nunca deixou de estar ali."
conheço bem essa sensação: como conheço!
E ele vai fumando...:) Linda imagem. bjs
Algo que nos emociona o ir conhecendo todo um mundo alheio que afinal poderia ser o nosso.
é.
-Hummm, mucho se poderi decir, pero aguardo por mas...
:)
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